quarta-feira, 21 de junho de 2017

Motorista filma acidente com vítima fatal na Bahia; veja o vídeo


As cenas do acidente foram gravadas por um motorista que seguia atrás do motociclista. Em determinado momento o autor do vídeo chega dizer: “devagar rapaz”. Depois o que se ouve são as palavras de desespero do cinegrafista amador.

Foto: Reprodução
Cenas fortes de um acidente mostram um motociclista que tentou fazer uma ultrapassagem, bateu de frente com um veículo modelo Gol e morreu. Antônio Roberto Assis dos Santos, conhecido como ‘Betinho’, 53 anos, dirigia uma moto CG, quando se envolveu no acidente. Ele seguia da cidade de Itaquara para Jaguaquara, no vale do Jequiriçá na Bahia.
As cenas do acidente foram gravadas por um motorista que seguia atrás do motociclista. Em determinado momento o autor do vídeo chega dizer: “devagar rapaz”. Depois o que se ouve são as palavras de desespero do cinegrafista amador.
De acordo com o site Recôncavo News, o acidente aconteceu na tarde de terça-feira (20) na BR-420. O motociclista chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

POLÍTICA. JOESLEY BATISTA: “TEMER É O CHEFE DA QUADRILHA MAIS PERIGOSA DO BRASIL”

EM ENTREVISTA EXCLUSIVA A ÉPOCA, O EMPRESÁRIO DIZ QUE O PRESIDENTE NÃO TINHA“CERIMÔNIA” PARA PEDIR DINHEIRO E QUE EDUARDO CUNHA COBRAVA PROPINA EM NOME DE TEMER.
DIEGO ESCOSTEGUY

16/06/2017 - 21h31 - Atualizado 16/06/2017 23h20.

Na manhã da quinta-feira (15), o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, recebeu ÉPOCA para conceder sua primeira entrevista exclusiva desde que fechou a mais pesada delação dos três anos de Lava Jato.
Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR para flagrar crimes em andamento contra a Lava Jato. Atacou o presidente, a quem acusa, com casos e detalhes inéditos, de liderar “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” – e de usar a máquina do governo para retaliá-lo. 
Contou como o PT de Lula “institucionalizou” a corrupção no Brasil e de que modo o PSDB de Aécio Neves entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014. O empresário garante estar arrependido dos crimes que cometeu e se defendeu das acusações de que lucrou com a própria delação. 
A seguir, os principais trechos da entrevista publicada na edição de ÉPOCA desta semana. Leia as 12 páginas da conversa com Joesley na edição que chega às bancas neste sábado (17) ou disponível agora nos aplicativos ÉPOCA e Globo+:
ÉPOCA – Quando o senhor conheceu Temer?
Joesley Batista – Conheci Temer através do ministro Wagner Rossi, em 2009, 2010. Logo no segundo encontro ele já me deu o celular dele. Daí em diante passamos a falar. Eu mandava mensagem para ele, ele mandava para mim. De 2010 em diante. Sempre tive relação direta. Fui várias vezes ao escritório da Praça Pan-Americana, fui várias vezes ao escritório no Itaim, fui várias vezes à casa dele em São Paulo, fui alguma vezes ao Jaburu, ele já esteve aqui em casa, ele foi ao meu casamento. Foi inaugurar a fábrica da Eldorado.
ÉPOCA – Qual, afinal, a natureza da relação do senhor com o presidente Temer?
Joesley – Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.
ÉPOCA – Conversar sobre política?
Joesley – Ele sempre tinha um assunto específico. Nunca me chamou lá para bater papo. Sempre que me chamava, eu sabia que ele ia me pedir alguma coisa ou ele queria alguma informação.
ÉPOCA – Segundo a colaboração, Temer pediu dinheiro ao senhor já em 2010. É isso?
Joesley – Isso. Logo no início. Conheci Temer, e esse negócio de dinheiro para campanha aconteceu logo no iniciozinho. O Temer não tem muita cerimônia para tratar desse assunto. Não é um cara cerimonioso com dinheiro.
ÉPOCA – Ele sempre pediu sem algo em troca?
Joesley – Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes.
ÉPOCA – E ajudou?
Joesley – Não chegamos a contratar. Teve uma vez também que ele me pediu para ver se eu pagava o aluguel do escritório dele na praça [Pan-Americana, em São Paulo]. Eu desconversei, fiz de conta que não entendi, não ouvi. Ele nunca mais me cobrou.
ÉPOCA – Ele explicava a razão desses pedidos? Por que o senhor deveria pagar?
Joesley – O Temer tem esse jeito calmo, esse jeito dócil de tratar e coisa. Não falava.
ÉPOCA – Ele não deu nenhuma razão?
Joesley – Não, não ele. Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim.
ÉPOCA – O empréstimo do jatinho da JBS ao presidente também ocorreu dessa maneira?
Joesley – Não lembro direito. Mas é dentro desse contexto: “Eu preciso viajar, você tem um avião, me empresta aí”. Acha que o cargo já o habilita. Sempre pedindo dinheiro. Pediu para o Chalita em 2012, pediu para o grupo dele em 2014.
ÉPOCA – Houve uma briga por dinheiro dentro do PMDB na campanha de 2014, segundo o lobista Ricardo Saud, que está na colaboração da JBS.
Joesley – Ricardinho falava direto com Temer, além de mim. O PT mandou dar um dinheiro para os senadores do PMDB. Acho que R$ 35 milhões. O Temer e o Eduardo descobriram e deu uma briga danada. Pediram R$ 15 milhões, o Temer reclamou conosco. Demos o dinheiro. Foi aí que Temer voltou à Presidência do PMDB, da qual ele havia se ausentado. O Eduardo também participou ativamente disso.
ÉPOCA – Como era a relação entre Temer e Eduardo Cunha?
Joesley – A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel.
ÉPOCA – Segundo as provas da delação da JBS e de outras investigações, o senhor pagava constantemente tanto para Eduardo Cunha quanto para Lúcio Funaro, seja por acertos na Câmara, seja por acertos na Caixa, entre outros. Quem ficava com o dinheiro?
Joesley – Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo. “Presidente, o negócio do Ministério da Agricultura, o negócio dos acertos…” Ele dizia: “Joesley, essa parte financeira toca com o Eduardo e se acerta com o Eduardo”. Ele se envolvia somente nos pequenos favores pessoais ou em disputas internas, como a de 2014.
ÉPOCA – O senhor realmente precisava tanto assim desse grupo de Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Temer?
Joesley – Eles foram crescendo no FI-FGTS, na Caixa, na Agricultura – todos órgãos onde tínhamos interesses. Eu morria de medo de eles encamparem o Ministério da Agricultura. Eu sabia que o achaque ia ser grande. Eles tentaram. Graças a Deus, mudou o governo e eles saíram. O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado.
ÉPOCA – Pode dar um exemplo?
Joesley – O Eduardo, quando já era presidente da Câmara, um dia me disse assim: “Joesley, tão querendo abrir uma CPI contra a JBS para investigar o BNDES. É o seguinte: você me dá R$ 5 milhões que eu acabo com a CPI”. Falei: “Eduardo, pode abrir, não tem problema”. “Como não tem problema? Investigar o BNDES, vocês.” Falei: “Não, não tem problema”. “Você tá louco?” Depois de tanto insistir, ele virou bem sério: “É sério que não tem problema?”. Eu: “É sério”. Ele: “Não vai te prejudicar em nada?”. “Não, Eduardo.” Ele imediatamente falou assim: “Seu concorrente me paga R$ 5 milhões para abrir essa CPI. Se não vai te prejudicar, se não tem problema… Eu acho que eles me dão os R$ 5 milhões”. “Uai, Eduardo, vai sua consciência. Faz o que você achar melhor.” Esse é o Eduardo. Não paguei e não abriu. Não sei se ele foi atrás. Esse é o exemplo mais bem-acabado da lógica dessa Orcrim.
ÉPOCA – Algum outro?
Joesley – Lúcio fazia a mesma coisa. Virava para mim e dizia: “Tem um requerimento numa CPI para te convocar. Me dá R$ 1 milhão que eu barro”. Mas a gente ia ver e descobria que era algum deputado a mando dele que estava fazendo. É uma coisa de louco.
ÉPOCA – O senhor não pagou?
Joesley – Nesse tipo de coisa, não. Tinha alguns limites. Tinha que tomar cuidado. Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente.
ÉPOCA – O chefe é o presidente Temer?
Joesley – O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.
ÉPOCA – No decorrer de 2016, o senhor, segundo admite e as provas corroboram, estava pagando pelo silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, ambos já presos na Lava Jato, com quem o senhor tivera acertos na Caixa e na Câmara. O custo de manter esse silêncio ficou alto demais? Muito arriscado?
Joesley – Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo me pediu R$ 5 milhões. Disse que eu devia a ele. Não devia, mas como ia brigar com ele? Dez dias depois ele foi preso. Eu tinha perguntado para ele: “Se você for preso, quem é a pessoa que posso considerar seu mensageiro?”. Ele disse: “O Altair procura vocês. Qualquer outra pessoa não atenda”. Passou um mês, veio o Altair. Meu Deus, como vou dar esse dinheiro para o cara que está preso? Aí o Altair disse que a família do Eduardo precisava e que ele estaria solto logo, logo. E que o dinheiro duraria até março deste ano. Fui pagando, em dinheiro vivo, ao longo de 2016. E eu sabia que, quando ele não saísse da cadeia, ia mandar recados.
ÉPOCA – E o Lúcio Funaro?
Joesley – Foi parecido. Perguntei para ele quem seria o mensageiro se ele fosse preso. Ele disse que seria um irmão dele, o Dante. Depois virou a irmã. Fomos pagando mesada. O Eduardo sempre dizia: “Joesley, estamos juntos, estamos juntos. Não te delato nunca. Eu confio em você. Sei que nunca vai me deixar na mão, vai cuidar da minha família”. Lúcio era a mesma coisa: “Confio em você, eu posso ir preso porque eu sei que você não vai deixar minha família mal. Não te delato”.
ÉPOCA – E eles cumpriram o acerto, não?
Joesley – Sim. Sempre me mandando recados: “Você está cumprindo tudo direitinho. Não vão te delatar. Podem delatar todo mundo menos você”. Mas não era sustentável. Não tinha fim. E toda hora o mensageiro do presidente me procurando para garantir que eu estava mantendo esse sistema.
ÉPOCA – Quem era o mensageiro?
Joesley – Geddel. De 15 em 15 dias era uma agonia terrível. Sempre querendo saber se estava tudo certo, se ia ter delação, se eu estava cuidando dos dois. O presidente estava preocupado. Quem estava incumbido de manter Eduardo e Lúcio calmos era eu.
ÉPOCA – O ministro Geddel falava em nome do presidente Temer?
Joesley – Sem dúvida. Depois que o Eduardo foi preso, mantive a interlocução desses assuntos via Geddel. O presidente sabia de tudo. Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo. Quando o Geddel caiu, deixei de ter interlocução com o Planalto por um tempo. Até por precaução.

Após se irritar com choro, padrasto mata menina de 2 anos com socos



Um homem foi preso suspeito de matar a enteada de 2 anos na noite de sábado (18), no Rio de Janeiro. Na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), Carlos Sandro de Oliveira confessou o crime e disse, em depoimento, que matou Katielen Camila de Oliveira Santana a socos após se irritar com o choro da menina.
De acordo com o Extra, o delegado Willians Batista informou que a morte foi tratada, inicialmente, como natural, mas gerou suspeita. Na delegacia, a mãe da vitima teria relatado não ter ocorrido nada de estranho na casa e a versão foi confirmada por vizinhos.

Mas, quando uma equipe da DHBF chegou à casa da família, na Baixada Fluminense, não encontrou Carlos Sandro de Oliveira, padrasto da menina, no local. Os agentes realizaram diligências atrás dele.

A perícia feita no corpo da menina no local do crime não foi conclusiva por não haver marcas visíveis. De acordo com o Extra, após encaminhar o corpo para o instituto Médico legal (IML), o legista diagnosticou inúmeras lesões internas na criança, inclusive com fraturas de costelas e hemorragia interna.

Durante o interrogatório, Carlos Sandro foi confrontado com as conclusões periciais e acabou confessando ter matado a criança porque teria ficado irritado. O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado.

Por Redação BNews 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Senado aprova MP que concede reajuste a oito categorias de servidores públicos


O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (1), medida provisória que reajusta a remuneração de várias categorias de servidores públicos. A MPV 765/2016 perderia a vigência nesta quinta-feira e foi aprovada pelos senadores após um acordo de líderes. Ela prevê reajustes salariais para oito categorias de servidores federais, incluindo auditor fiscal da Receita Federal, auditor fiscal do Trabalho, perito médico previdenciário, carreira de infraestrutura, diplomata, oficial de chancelaria, assistente de chancelaria e policial civil dos ex-territórios. A reportagem é de Paula Groba, da Rádio Senado.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Presidente da Câmara de Vereadores de Carira e motorista são mortos a tiros

Segundo a polícia, ele foi morto próximo a um matadouro da cidade.

G1 Sergipe

O presidente da Câmara do Município de Carira, Jailton Martins de Carvalho, conhecido como Jainton do Prea, e o motorista dele foram mortos a tiros no início da noite desta sexta-feira (9).
Segundo a polícia, ele foi assassinado próximo ao matadouro da cidade. De acordo com o Capitão George Xavier, quatro homens em duas motos se aproximaram e atiraram contra o vereador e o motorista dele, os dois morreram na hora.
Ainda de acordo com a polícia, buscas estão sendo realizadas nas imediações.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE) emitiu uma nota afirmando que as investigações foram iniciadas.
Confira nota na íntegra:
A Secretaria de Segurança Pública de Sergipe informa que o Complexo de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil (Cope) foi designado para dar início às investigações relativas ao crime ocorrido no início da noite desta sexta-feira, 09, no município de Carira, que vitimou o presidente da Câmara de Vereadores do Município, Jailton Martins de Carvalho, mais conhecido como "Jailton do Preá", e o seu motorista, identificado como José Valter.

Homem que tentou suicídio diz que pulou no rio porque foi chamado de “co...



Foi resgatado, por volta das 20h desta quinta-feira (8), um homem que tentou o suicídio, pulando da Ponte Nova, no Rio Cachoeira, em Itabuna. Clóvis de Jesus, de 53 anos, acabou de ser levado, pelo Samu, para o Hospital de Base, onde deverá passar por uma avaliação médica.

O resgate, que arrancou aplausos das dezenas de curiosos, que lotaram o local, foi feito pelo Corpo de Bombeiros. Um dos profissionais desceu de rapel e puxou Clóvis da água, com certa dificuldade, porque o homem parecia estar com as pernas presas nas baronesas. Enquanto isso, outro bombeiro utilizou um bote e levou, com segurança, os outros dois até a superfície. Clóvis estava completamente embriagado e contou que pulou da ponte porque foi chamado de “corno” durante uma discussão com outro homem.

Clóvis mora no bairro Santa Inês, mas costuma frequentar um bar no Vila Zara. “Fui corno a vida toda”, gritava, fora de si. O trabalho de resgate durou cerca de uma hora. Policiais militares, com a ajuda de populares, já haviam tentando tirar o homem da água, logo quando este pulou, por volta das 18h. Foi jogada uma corda para ele subir, mas a tentativa não teve êxito. // Verdinho Itabuna.



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Benjamin reconhece abuso de poder na campanha de 2014

Relator acrescenta que defesas não queriam inclusão de delações da Odebrecht porque as provas contra a chapa são "oceânicas"

Renan Truffi, Anne Warth e Thiago Faria, O Estado de S.Paulo
08 Junho 2017 | 20h26
BRASÍLIA - O ministro Herman Benjamin, relator do processo da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior (TSE), afirmou nesta noite de quinta-feira, 8, que houve abuso de poder econômico nas eleições de 2014. O magistrado argumentou que essa prática também estava presente em desvio de recursos de contrato relacionado ao navio-sonda da empresa Sete Brasil, criada como uma estrutura intermediária entre a Petrobrás e os estaleiros contratados. Benjamin citou o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura, que movimentaram, segundo depoimentos à Justiça Eleitoral, recursos oriundos de caixa 2.
"Reconheço os abusos de poder por recursos de navio-sonda envolvendo a Sete Brasil e a Petrobras", disse. Benjamin afirmou que o esquema garantia uma espécie de estoque de propina, que ele classificou de gordura, o que gerava poder econômico para os partidos em eleições seguintes. "O esquema Sete Brasil era de financiamento de propina-gordura de longuíssimo prazo", complementou.
Esse é o principal argumento da petição inicial apresentada pelo PSDB após as eleições de 2014. Benjamin citou os depoimentos dos delatores Sérgio Machado, Renato Duque e Paulo Roberto Costa, operadores no esquema, para justificar o embasamento do que deve ser o seu voto. O magistrado indica que vai pedir a cassação da chapa vencedora no pleito.
Delações. Benjamin também afirmou que o pedido das defesas pela exclusão das delações da Odebrecht do processo se deu pela abundância de provas que a empreiteira forneceu. "A defesa quer excluir a Odebrecht porque as provas são oceânicas. São depoimentos, documentos, informações passadas a autoridades estrangeiras em cooperação internacional", disse.
Pela manhã, nas chamadas preliminares do julgamento, a corte aceitou pedido das defesas para ignorar informações sobre irregularidades da Odebrecht no julgamento. O argumento principal foi que o uso das delações extrapola o objeto inicial da ação protocolada pelo PSDB. Na petição inicial, o partido acusa a chapa vencedora de abuso de poder econômico e político nas eleições de 2014 por ter se beneficiado, financeiramente, de esquema de desvios na Petrobrás.
Segundo Benjamin, a Odebrecht contribui para a vitória da chapa financiando a campanha por meio de pagamento de propina e caixa 2. "Se não sabíamos disso, vamos exigir isso dos autores da petição?", questionou.
Lava Jato. Outro tema destacado no voto de Benjamin foi a importância da Operação Lava Jato. "É um milagre que estejamos aqui no TSE hoje apurando esses fatos, não era para ser. Não haverá outra oportunidade para apurar fatos dessa natureza no TSE", avaliou. "Seria impossível apurarmos o que houve sem a Lava Jato."
Antes do ministro enaltecer o papel do Ministério Público Federal (MPF), o ministro Gilmar Mendes havia criticado o que chamou de "abuso" da própria Lava Jato na apuração dos fatos. "Os abusos são tão notórios que se pediu inquérito de campanha do Fernando Henrique Cardoso, de 1994", lembrou. Outra crítica, inclusive à Lava Jato de Gilmar, foi quando acusou o Ministério Público Federal de aliar-se aos delatores para obter versão de que qualquer doação de campanha é, de fato, caixa 2.
Nove horas. No
3.º dia de julgamento, após mais de nove horas de sessão nesta quinta-feira, os ministros concordaram em encerrar as discussões antes da conclusão do voto de Benjamin. Ele será retomado a partir das 9h desta sexta-feira, 9, com a conclusão do voto do relator e, em seguida, o voto dos demais ministros.
Após Herman, votam os ministros Napoleão Nunes, Admar Gonzaga, Tarcisio Vieira, Luiz Fux, Rosa Weber e, por último, o presidente do TSE, Gilmar Mendes.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Bahia tem 9 das 30 cidades mais violentas do Brasil; Feira é a 30ª colocada


Metade dos homicídios no Brasil em 2015 aconteceram em 2% dos municípios do país. Os dados, que mostram a desigualdade no cenário de violência, fazem parte de estudo divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo o levantamento, em 2015, apenas 111 cidades concentraram metade dos homicídios no país. Os habitantes desses locais representam 19,2% de toda a população brasileira. Outro dado que aponta desigualdade é que 10% dos municípios brasileiros, totalizando 557, concentram 76,5% do total de homicídios no país.

A pesquisa ainda mostra o fenômeno da difusão da violência das grandes regiões metropolitanas para as cidades do interior, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e nos estados de Goiás e Minas Gerais.

Entre as trinta cidades com maior taxa de homicídio em 2015, considerando apenas municípios com mais de 100 mil habitantes, dezoito são da região Nordeste. A Bahia se destaca como o estado com mais cidades entre as mais violentas, com nove na lista. Outras quatro cidades são do Norte, quatro do Centro-Oeste, duas do Sul e uma do Sudeste.
A cidade de Altamira (PA) lidera a lista dos municípios mais violentos, considerando a soma da taxa de homicídios e o número de Mortes Violentas com Causa Indeterminada (MVCI). A segunda maior soma foi registrada em Lauro de Freitas (BA), seguida por Nossa Senhora do Socorro (SE) e São José de Ribamar (MA).

O estudo também mapeou os municípios com a menor soma entre a taxa de homicídio o número de MVCI. Entre os 30 mais pacíficos, 24 ficam na região Sudeste e 5, na região Sul. O Norte tem apenas 1 cidade na lista das menos violentas e o Nordeste, nenhuma.

O estado de São Paulo é o que mais tem cidades na lista, com 19. A cidade de Jaraguá do Sul (SC) ficou em primeiro lugar na lista das mais pacíficas, seguida por Brusque (SC), Americana (SP) e Jaú (SP).

FONTE: G1




terça-feira, 30 de maio de 2017

Vereador recua após dizer que recebeu oferta de droga na Câmara de Feira



A declaração infeliz do vereador Ronaldo Almeida Caribé – Ron do Povo (PTC) ao afirmar que, na última terça-feira (23), um assessor parlamentar teria lhe ofertado cocaína dentro da Câmara Municipal de Feira de Santana, fez com que ele fosse à tribuna da Casa da Cidadania na manhã desta segunda-feira (29) para se retratar.

Visivelmente nervoso e com um discurso atabalhoado, Ron pediu desculpas à todos, sobretudo, aos 303 assessores parlamentares da Câmara, na tentativa de diminuir a encrenca em que se meteu.

"No 'calor da emoção', acabei me precipitando ao falar sem procurar ter a profundidade da devida investigação. Não me coloquei de forma tão clara. Reconheço que errei e peço desculpas à todos, pois não foi minha intenção ofendê-los, principalmente, os assessores desta Casa", esclareceu o vereador, acrescentando que "os devidos esclarecimentos serão dados pela Polícia Civil".

Punição

No clima do São João, o corregedor da Câmara, vereador Alberto Nery (PT) colocou 'lenha na fogueira' ao afirmar que "o pedido de desculpas de Ron não o impede de protocolar a decisão sobre o ocorrido, para que a Mesa Diretiva possa colocar para apreciação dos vereadores o julgamento final". "O pedido de desculpas dele [Ron] poderia ser incluído no processo administrativo que pesa contra ele", alertou.

O resultado da apuração feita pela Corregedoria será apresentado na sessão ordinária da próxima quarta-feira (31).

Fonte: De Olho na Cidade, com imagem reprodução.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

BRASIL Temer publica decreto autorizando uso das Forças Armadas em Brasília

Presidente publicou texto após confronto de manifestantes com a PM. Medida não era usada desde a redemocratização

O DIA
Durante palestra na Fundação Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, Villas Bôas disse que o Exército pode ser empregado nessas questões, mas nunca desrespeitando os limites constitucionais. O comandante afirmou ainda que as Forças Armadas devem respeitar as instituições e que elas são importantes para o País sair "desse imbróglio que nós estamos metidos". 
Há pouco, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou, em breve pronunciamento, que tropas já estão posicionadas no Palácio do Planalto e no Itamaraty. Segundo o ministro, mais homens estão se deslocando para proteger os demais prédios da Esplanada, os ministérios e o Congresso Nacional.  De acordo com Jungmann, a medida foi necessária porque a marcha Ocupa Brasília, “prevista como pacífica, degringolou para a violência, desrespeito, ameaça às pessoas”.
Após a PM lançar bombas de gás e efeito moral, um grupo de 50 pessoas destruiu vidraças de pelo menos cinco ministérios. Manifestantes atearam fogo no térreo do Ministério da Agricultura e do Planejamento, além de depredarem outros cinco ministérios.
Pontos de incêndio também foram registrados na frente do Ministério da Saúde. Também foram depredados paradas de ônibus, placas de trânsito, orelhões, holofotes que iluminam os letreiros dos ministérios e banheiros químicos que haviam sido instalados para a manifestação.
Confusão na Câmara dos Deputados
A sessão deliberativa do plenário da Câmara foi suspensa e encerrada após forte protesto dos partidos de oposição ao governo que criticavam a ação da policial durante manifestação que ocorre na Esplanada dos Ministérios. Alguns líderes partidários ocuparam a mesa do plenário da Câmara gritando “Diretas Já, o povo quer votar”.  Enquanto os deputados discutiam a Ordem do Dia, milhares de manifestantes protestavam contra as recentes denúncias de corrupção no governo, além das reformas trabalhista e da Previdência. A oposição tentava obstruir o andamento da sessão para evitar a votação da pauta, quando do lado de fora do Congresso teve início um confronto entre manifestantes e agentes da Polícia Militar do Distrito Federal.
Os policiais lançaram bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes que tentavam descer em direção ao gramado em frente ao Congresso. O tumulto logo repercutiu no plenário. O líder da minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), disse que a polícia agrediu inclusive parlamentares que participavam do protesto e pediu o fim da sessão do plenário. “A força bruta não pode substituir a democracia (….) Por isso, eu peço o encerramento da sessão”, declarou.
Na tribuna, o líder do DEM, Efraim Filho (PB), rebateu as críticas e disse que a polícia também foi agredida. Ele pediu que os parlamentares voltassem a trabalhar. Ao ocupar a mesa do plenário, os oposicionistas estenderam uma faixa com a frase “Fora Temer”. O deputado Mauro Pereira (PMDB-RS) arrancou a faixa das mãos dos deputados, o que provocou certo tumulto. Durante a confusão ouviu-se também no plenário gritos de "Lula na cadeia", em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente da sessão, deputado André Fufuca (PP-MA), tentou manter o andamento dos trabalhos, mas decidiu suspender e depois encerrar os trabalhos.
Ordem do Dia
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu início à Ordem do Dia no plenário por volta das 13h. Em pauta está o projeto de lei  54/15 e sete medidas provisórias que podem expirar nos próximos dias. A oposição não registrou presença eletrônica no plenário, apresentou obstrução e tentou atrasar as discussões.
O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) disse que não acha normal a

brir a Ordem do Dia no início da tarde e argumentou que este é um “jogo” da base para evitar o debate sobre a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pede a convocação das eleições diretas, em caso de vacância da Presidência da República. A PEC está em debate na CCJ, mas tem a apreciação tem sido adiada seguidamente. Quando a confusão começou, os deputados discutiam um requerimento que visa retirar o projeto da pauta.

Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra quadrilha de Beira-Mar



A Polícia Federal (PF) cumpre hoje  (24) 35 mandados de prisão e 27 de condução coercitiva na Operação Epístolas, que investiga a quadrilha ligada ao traficante
Fernandinho Beira-Mar, que já está preso.

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal, e as buscas e prisões são no Rio de Janeiro, em Rondônia, no Ceará, em Mato Grosso do Sul, na Paraíba
e no Distrito Federal. Dos 35 mandados de prisão, 22 são de prisão preventiva e 13 de prisão temporária.

A operação inclui ainda como medidas cautelares 85 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de valores que somam R$ 9 milhões em 51 contas bancárias.

Segundo a PF, as investigações se iniciaram há cerca de um ano, depois que um bilhete picotado foi encontrado em uma marmita por agentes federais da Penitenciária
Federal de Porto Velho, onde Beira-Mar cumpre pena.

A perícia constatou que o bilhete foi redigido pelo criminoso e continha ordens a integrantes da quadrilha que estavam em liberdade. Ao longo das investigações,
foram apreendidos 50 bilhetes endereçados ao preso. Por esse motivo, a operação se chama Epístolas, nome dado a textos enviados em forma de carta.

As investigações apontam que a quadrilha movimenta R$ 1 milhão por mês e utilizava principalmente casas de show e bares para lavagem de dinheiro, além
de aquisições de imóveis e reformas.

Os presos preventivamente serão transferidos para o estado de Rondônia, e Beira-Mar deve ser transferido da Penitenciária Federal de Porto Velho.
Fonte: Agência Brasil

Em ato contra governo, manifestantes fecham trânsito em Feira de Santana

Um dos manifestantes explicou que o trânsito foi interrompido para chamar a atenção da sociedade


Daniela Cardoso
Um ato público contra a lei da terceirização, as reformas da previdência e trabalhista, além do pedido para a saída do presidente Michel Temer do poder, foi realizado no final da tarde desta quarta-feira (24) na Avenida Senhor dos Passos, cruzamento com a Getúlio Vargas, em Feira de Santana. Com a manifestação, o trânsito ficou interrompido no local.
O professor Marialvo Barreto defendeu que esse é um movimento de apoio as manifestações que estão ocorrendo em Brasília. “Queremos que a sociedade saiba que temos que derrubar esse governo para inviabilizar tudo que eles estão impondo. Eles querem diminuir a renda do trabalhador, querem destruir a aposentadoria e os direitos trabalhistas”, afirmou.
Marialvo informou que o movimento é diverso, com várias classes participando. “É um movimento com sindicalistas, estudantes, donas de casa, professores, comerciários. Este ato em Feira é positivo, queremos demonstrar que os companheiros que estão em Brasília e em Salvador não estão sozinhos, pois todos desejam a saída desse governo”, destacou.
Para o professor André Uzeda, que é diretor da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Adufs), o objetivo da manifestação foi alcançado. “Estamos protestando no centro de Feira contra nossas insatisfações e mostrando que o que está acontecendo agora em Brasília é um reflexo de que o governo está para cair. O governo quer trazer um dano grande para a classe trabalhadora e favorecer a elite e esse ato demonstra isso. Estamos demonstrando a nossa insatisfação”, disse.
André Uzeda explicou que o trânsito foi interrompido para chamar a atenção da sociedade. “Interrompemos o trânsito por um pequeno período para evidenciar os problemas que estamos vivendo. Nenhum direito a menos, é o que temos que dizer para esse governo”, declarou.
As informações são do repórter Paulo José do Acorda Cida

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Grupo de hacker Anonymous invade Friboi (JBS)



Tendo seus nomes envolvidos na Operação Lava Jato, recentemente, tanto Friboi quanto JBS viram seus nomes envolvidos em delações e esquemas de propina do governo, também foram alvos de invasões cibernéticas. Segundo o site Tecmundo, o grupo hacker Anonymous invadiu o banco de dados da Friboi na manhã deste sábado (20).
O Anonymous enviou um manifesto que foi divulgado no Tecmundo. De acordo com o manifesto, o grupo hacker está com diversas senhas de acesso, além de ter implantado usuários no banco de dados e estar monitorando a navegação local. Eles escreveram:
"Estamos com suas senhas e acessos monitorados... Não se preocupem porque mudamos algumas etiquetas na sua área de produção e criamos alguns usuários dentro dos seus 9785", escreveu a Anonymous.
Ainda no manifesto publicado pela Tecmundo, o Anonymous manda um recado aos funcionários da Friboi: "Aos trabalhadores dessas empresas, saibam que o problema não é com vocês, e sim com essa corja de ladrões, corruptos e filhos da p*** que estão acabando com o nosso povo e nosso país".

A invasão da Anonymous


A prova do ataque ao banco de dados foi postado em um “Pastebin online”, (que é um tipo de aplicação Web que permite aos usuários fazer upload de trechos de texto, geralmente exemplos de código fonte, para visualização pública), com diversas amostras do que foi obtido.
Ano passado, a Anoynmous também teve sucesso ao sequestrar máquinas da Anatel via ransomware — similar ao caso WannaCry — em protesto ao corte da internet após fim da franquia.
No documento postado online, que você pode acessar aqui, a Anonymous ainda escreveu: "Não vamos sossegar. Vocês podem pegar 1, 2, 3, 4 de nós, mas nunca conseguirão deter todos nós".
Segundo o site TecMundo, ele recebeu a denúncia de forma anônima (denuncia@tecmundo.com.br); não há qualquer reinvindicação de célula hacker, a não ser a assinatura da própria Anonymous.

Por Redação BNews
 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Professores de Lagarto recebem 11% de reajuste no Piso

Pagamento é, mais uma vez, antecipado para o dia 19 de Maio.
Secom - Prefeitura Municipal de Lagarto

Os professores de Lagarto que começaram a receber o Piso Salarial do Magistério em 2009, quando o então Prefeito Valmir Monteiro foi o primeiro do país a pagá-lo e durante seus 4 anos de mandato sempre atualizou o valor do Piso anualmente, de acordo com o índice do Governo Federal.
Porém nos últimos 3 anos (2014, 2015 e 2016) os professores tiveram seus salários congelados, através de um Projeto de Lei do então prefeito Lila Fraga, aprovado pela Câmara Legislativa Municipal.
Ao assumir mais uma vez a Prefeitura de Lagarto, Valmir Monteiro tem como uma de suas metas, recompor a carreira dos professores, pois, para ele, EDUCAÇÃO é prioridade. Mesmo diante das dificuldades financeiras que todo o país vem enfrentando, tendo recebido a prefeitura com vários débitos, inclusive com os salários dos professores de dezembro e um terço de
setembro de 2016 atrasados, o prefeito não mediu esforços e pagou integralmente todas as dívidas deixadas pela gestão anterior.

Após sentar com o Sindicato dos Professores (SINTESE), fazer estudos sobre as receitas e despesas da educação municipal, calcular o impacto na folha de pagamento, o prefeito Valmir Monteiro lançou proposta de pagar 11% de reajuste, índice superior ao determinado pelo Governo Federal, como forma de diminuir as perdas sofridas pela categoria, durante os anos que passaram sem receber nenhuma atualização salarial. Levada a proposta para assembleia, a categoria aprovou por unanimidade o reajuste, no entendimento de que este é um primeiro passo para retomar a carreira dos professores que fora quebrada.
Durante estes 4 meses e 20 dias de gestão é visível as mudanças na área educacional. Escolas foram reformadas, outras tantas receberam reparos, os professores vêm recebendo seus salários todos os meses antecipadamente, no dia 20 de cada mês, fato que demonstra a valorização do Prefeito Valmir Monteiro para com os profissionais da educação.
Tantas mudanças positivas já refletiram num aumento de matrícula no ano letivo de 2017, numa demonstração da sociedade lagartense de confiança no trabalho do atual prefeito.
Neste mês de maio os professores e demais servidores da educação já receberam seu salário dia 19. "Dia 20 é no sábado e não tem como fazer pagamento, então eu vou pagar no dia 19, pois quero que eles passem o final de semana já com seus salários" diz o prefeito Valmir.
Fonte: .lagartense.com